NÓS IREMOS A TI!
PROFESSANDO TODOS UMA SÓ FÉ
NÓS IREMOS A TI!
ARMADOS COM A FORÇA QUE VEM DO SENHOR
NÓS IREMOS A TI!
SOB O IMPULSO DO ESPÍRITO SANTO
NÓS IREMOS A TI!
IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!
COM OS ROMEIROS DE NOSSA SENHOR
NÓS IREMOS A TI!
COM OS NOSSOS IRMÃOS SOFREDORES
NÓS IREMOS A TI!
COM OS PADRES QUE SOBEM AO ALTAR
NÓS IREMOS A TI!
COM OS PADRES QUE PARTEM EM MISSÃO
NÓS IREMOS A TI!
IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!
DE NOSSAS FAZENDAS E NOSSAS CIDADES
NÓS IREMOS A TI!
DE NOSSAS MONTANHAS E NOSSAS BAIXADAS
NÓS IREMOS A TI!
DE NOSSAS CABANAS E POBRES FAVELAS
NÓS IREMOS A TI!
DE NOSSAS ESCOLAS E NOSSOS TRABALHOS
NÓS IREMOS A TI!
IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
℣.: Tende compaixão de nós, Senhor.
℟.: Porque somos pecadores.
℣.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
℟.: E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
INNOCENTIVS, EPISCOPVS
SERVVS SERVORVM DEI
AD PERPETVAM REI MEMORIAM
“Nada temas, pequeno rebanho, porque foi do agrado do Pai dar-vos o Reino” (Lc 12,32). A missão pastoral nasce desta confiança. Deus conduz a sua Igreja, e ao Pastor cabe cooperar com firmeza, prudência e caridade. Como ensina São Gregório Magno, no Regula Pastoralis, o governo das almas exige fortaleza para corrigir, sabedoria para discernir e humildade para servir. O verdadeiro pastor, segundo esta tradição, é aquele que une firmeza e ternura, autoridade e serviço, decisão e escuta.
À luz dessa verdade, voltamos nosso olhar para a Arquidiocese Metropolitana de Aparecida, Igreja de profunda relevância espiritual para o Brasil, onde a fé do povo encontra especial expressão no venerável Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Esta Igreja particular, que recentemente ofereceu ao mundo o seu Pastor como Sucessor de Pedro, viveu um tempo singular de responsabilidade e reorganização pastoral.
Desde a eleição do Sumo Pontífice, que até então governava esta Arquidiocese como Arcebispo Metropolitano, Dom Thiago Alcântara, até então Bispo Auxiliar, assumiu com notável resiliência, força interior e pulso firme a condução do governo pastoral arquidiocesana. Em meio às exigências próprias de uma Igreja de tal grandeza, demonstrou equilíbrio no governo, clareza nas decisões e zelo constante pela comunhão eclesial.
Sua atuação foi marcada por presença ativa junto ao clero, proximidade e responsabilidade administrativa segura. Soube manter a estabilidade institucional, garantir a continuidade das iniciativas pastorais e sustentar a unidade do rebanho, revelando maturidade espiritual e consciência plena do peso do múnus episcopal. Sua liderança firme, aliada a uma postura serena, tornou-se sinal de segurança para a Arquidiocese em um momento decisivo.
A missão episcopal, como recorda a tradição teológica, não é mera função organizacional ou honraria, mas participação no próprio pastoreio de Cristo. Filosoficamente, trata-se de um exercício de autoridade que encontra sua legitimidade no serviço e que teologicamente, é um chamado a se moldar como o Bom Pastor que dá a vida pelas ovelhas. Em Dom Thiago, reconhecemos esta disposição interior de governar não por imposição, mas por convicção, conduzir não por vaidade, mas por responsabilidade diante de Deus.
Por isso, considerando o bem espiritual da Arquidiocese e reconhecendo os frutos já manifestos em seu ministério, após oração e discernimento, TE NOMEAMOS e CONSTITUÍMOS, amado filho, DOM THIAGO ALCÂNTARA, como ARCEBISPO METROPOLITANO DE APARECIDA, conferindo-lhe todos os direitos e deveres inerentes ao ofício, segundo as normas do Direito Canônico e da disciplina da Santa Igreja.
Exortamos a perseverar com a mesma firmeza, coragem apostólica e espírito de serviço que já demonstrou, sendo sinal de unidade entre os presbíteros, religiosos e leigos, e promovendo renovado ardor missionário nesta Igreja que ocupa lugar singular na fé do povo brasileiro. Que, sob o olhar materno da Senhora Aparecida, seu ministério seja abundante em frutos de santidade, comunhão e esperança.
Pontifex Maximvs
℟.: Graças a Deus.
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
℣.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, faça se a oração de comunhão espiritual antes e logo em seguida inicia-se o canto da Comunhão.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos em um coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós eem remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
℟.: Amém.
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.