Livreto Celebrativo | Solene Posse Canônica de Dom Rafael Souza como 10° Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Aparecida




LIVRETO CELEBRATIVO

SOLENE POSSE CANÔNICA DE DOM RAFAEL SOUZA COMO 10° ARCEBISPO METROPOLITANO DA ARQUIDIOCESE DE APARECIDA

PRESIDIDA POR SUA EMINÊNCIA REVERENDÍSSIMA 
DOM VICTOR GABRIEL CARDEAL SANTOS

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Catedral Basílica Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida 
28.07.2026
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A não ser que se encontre legitimamente impedido, o promovido ao múnus de Bispo diocesano deve tomar posse canônica da sua diocese, dentro de dez dias a contar da recepção das Letras Apostólicas, se ainda não tiver sido ordenado Bispo; se já tiver sido ordenado, dentro de sete dias a contar da sua recepção.

Se o Bispo for ordenado na sua própria igreja catedral, toma posse da diocese com o rito da ordenação, no qual são apresentadas e lidas as Letras Apostólicas e o ordenado se senta na sua cátedra. 

Se o Bispo tiver sido transferido doutra Igreja, ou não receber a ordenação na sua igreja catedral, toma posse da diocese, dentro do prazo estabelecido pelo direito, com o rito da recepção, como adiante se descreve.  Nestes casos, o Bispo pode, por justa causa, tomar posse da sua diocese por meio de procurador. É contudo, preferível que o Bispo tome posse pessoalmente.

CHEGADA DO BISPO

RECEPÇÃO DO ARCEBISPO METROPOLITANO

O Bispo é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.

CANTO DE ENTRADA

Reunidos em torno dos nossos pastores
Nós iremos a Ti!
Professando todos uma só fé
Nós iremos a Ti!
Armados com a força que vem do Senhor
Nós iremos a Ti!
Solo: Sob o impulso do Espírito Santo
Nós iremos a Ti!

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR;
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS;
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!

Com os romeiros de Nossa Senhora
Nós iremos a Ti!
Com os nossos irmãos sofredores
Nós iremos a Ti!
Com os Padres que sobem ao Altar
Nós iremos a Ti!
Com os Padres que partem em missão
Nós iremos a Ti!

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR;
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS;
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!

De nossas fazendas e nossas cidades
Nós iremos a Ti!
De nossas montanhas e nossas baixadas
Nós iremos a Ti!
De nossas cabanas e pobres favelas
Nós iremos a Ti!
De nossas escolas e nossos trabalhos
Nós iremos a Ti!

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR;
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS;
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!

Com nossos anseios e nossos desejos
Nós iremos a Ti!
Com nossas angústias e nossas alegrias
Nós iremos a Ti!
Com nossa fraqueza e nossa bondade
Nós iremos a Ti!
Com nossa riqueza e nossa carência
Nós iremos a Ti!

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR;
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS;
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!

Curvados ao peso do nosso trabalho
Nós iremos a Ti!
Curvados ao peso de nosso pecado
Nós iremos a Ti!
Confiantes por sermos os filhos de Deus
Nós iremos a Ti!
Confiantes por sermos os membros de Cristo
Nós iremos a Ti!

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR;
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS;
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

SAUDAÇÃO INICIAL

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Pres.: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

POSSE CANÔNICA

LEITURA DA BULA

Feita a reverência ao altar, o Bispo dirige-se para a cátedra. Terminado o canto de entrada, saúda o povo, senta-se e recebe a mitra. Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria.

 A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados. 

  

 INNOCENTIVS, EPISCOPVS
SERVVS SERVORVM DEI

AD PERPETVAM REI MEMORIAM

BULA DE NOMEAÇÃO EPISCOPAL
ARCEBISPO METROPOLITANO DE APARECIDA

Ao diletíssimo filho, Dom Rafael Souza, até aqui, Bispo Diocesano de Paris, nomeado Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Aparecidasaúde e bênção apostólica.
       
               
           “Todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque o Todo-Poderoso fez em mim grandes coisas” (Lc 1,48-49). O cântico da Bem-Aventurada Virgem Maria continua a ressoar na vida da Igreja como testemunho da ação de Deus na história da salvação. Aquela que acolheu plenamente a vontade divina tornou-se Mãe da Igreja e modelo perfeito de fé, conduzindo incessantemente os fiéis ao encontro de seu Filho. Sob sua proteção materna, inúmeras gerações encontraram consolo, esperança e renovado ardor na caminhada cristã.

Entre as Igrejas Particulares confiadas aos cuidados da Sé Apostólica, a Arquidiocese Metropolitana de Aparecida ocupa um lugar singular. Guardiã do Santuário Nacional da Padroeira do Brasil, ela se tornou centro de peregrinação, oração e evangelização, acolhendo diariamente homens e mulheres que, vindos das mais diversas regiões, depositam aos pés da Senhora Aparecida suas alegrias, sofrimentos e esperanças. Dessa forma, esta Sé exerce uma missão que ultrapassa seus próprios limites, irradiando para todo o país o amor a Cristo por meio da devoção à sua Santíssima Mãe.

Desejando prover esta importante Igreja Metropolitana de um pastor segundo o Coração de Cristo, voltamos nossa atenção ao amado filho Dom Rafael Souza, cujo ministério episcopal enquanto Bispo Diocesano em Paris tem sido marcado pela fidelidade ao Evangelho, pela comunhão com a Sé Apostólica, pelo zelo na condução do povo de Deus e pelo sincero espírito de serviço. Suas qualidades humanas, espirituais e pastorais, aliadas à prudência no governo e ao amor pela missão da Igreja, recomendam-no para assumir esta nova responsabilidade.

Após ouvir o parecer do Dicastério para os Bispos, ponderar cuidadosamente as necessidades pastorais da Arquidiocese e invocar a luz do Espírito Santo, pela plenitude de Nossa Autoridade Apostólica, TE NOMEAMOS e CONSTITUÍMOS, amado filho, DOM RAFAEL SOUZA, como  ARCEBISPO METROPOLITANO DE APARECIDA, conferindo-lhe todos os direitos, deveres e faculdades inerentes ao ofício, conforme as prescrições do Direito Canônico e da disciplina da Santa Igreja.

Recebei esta missão com espírito de humildade e de alegre disponibilidade. Sede mestre da fé, anunciando com clareza a Palavra de Deus; santificador do povo mediante a digna celebração dos santos mistérios; e pastor vigilante, sempre próximo dos sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas e fiéis leigos, promovendo entre todos a comunhão e a corresponsabilidade na missão evangelizadora da Igreja.

De modo particular, acolhei com solicitude os inúmeros peregrinos que chegam ao Santuário Nacional. Que cada um deles encontre uma Igreja aberta, misericordiosa e missionária, onde a devoção à Virgem Aparecida conduza sempre ao encontro vivo com Jesus Cristo. Conservai o precioso patrimônio espiritual desta Arquidiocese e promovei, com renovado entusiasmo, a evangelização, o cuidado com as vocações, a formação do povo de Deus e a caridade para com os mais necessitados.

Confiamos vosso ministério à poderosa intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil. Que Ela vos acompanhe em cada passo de vosso pastoreio, vos fortaleça nas dificuldades, ilumine vossas decisões e faça de vosso governo um reflexo da solicitude de Cristo, para que a Arquidiocese de Aparecida continue sendo, para toda a Igreja no Brasil, fonte de esperança, comunhão e renovado ardor missionário.

Dado e Passado em Roma, no 16° dia do mês de Julho do ano de 2026, 
Festa da Bem-Aventurada Virgem do Monte Carmelo.

 Innocentivs Pp. II
Pontifex Maximvs

Eu o subscrevi.
✠ Miguel Card. WANDERMUREM

Ao fim da leitura da Bula, todos dizem:
℟.: Graças a Deus.

POSSE 

Em seguida, o eleito recebe o báculo e toma posse da cátedra de onde governará vosso rebanho.

SAUDAÇÃO AO BISPO

Feito isto, se for costume, a primeira dignidade do cabido, ou não havendo cabido, o reitor da igreja dirige uma saudação ao Bispo.

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu Bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito. 

GLÓRIA

Depois, omitidos o ato penitencial e, conforme os casos, o Senhor, tende piedade de nóso Bispo depõe a mitra, levanta-se, e canta-se: Glória a Deus nas alturas, segundo as rubricas.

Pres.: Gloria in excelsis Deo


et in terra pax homínibus bonae voluntátis.
Laudámus te, benedícimus te,
adorámus te, glorificámus te,
grátias ágimus tibi propter magnam glóriam tuam,
Dómine Deus, Rex caeléstis, Deus Pater omnípotens.
Dómine Fili unigénite, lesu Christe,
Dómine Deus, Agnus Dei, Fílius Patris,
qui tollis peccáta mundi, miserére nobis;
qui tollis peccáta mundi, súscipe deprecatiónem nostram.
Qui sedes ad déxteram Patris, miserére nobis.
Quóniam tu solus Sanctus, tu solus Dóminus,
tu solus Altíssimus, lesu Christe, cum Sancto Spíritu:
in glória Dei Patris. Amen.

ORAÇÃO DA COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o Bispo diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o Bispo, por algum tempo, em silêncio.
Ó Deus, amparo dos que em vós esperam, sem vós nada tem valor, nada é santo. Multiplicai em nós a vossa misericórdia para que, conduzidos por vós usemos agora de tal modo os bens temporais que possamos aderir desde já aos bens eternos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Jr 14, 17-22)

Leitor: Leitura do Livro do Profeta Jeremias 
"Derramem lágrimas meus olhos, noite e dia, sem parar, porque um grande desastre feriu a cidade, a jovem filha de meu povo, um golpe terrível e violento. Se eu sair ao campo, vejo cadáveres abatidos à espada; se entrar na cidade, deparo com gente consumida de fome; até os profetas e sacerdotes andam à toa pelo país". Acaso terás rejeitado Judá inteiramente, ou te desgostaste deveras de Sião? Por que, então, nos feriste tanto, que não há meio para nos curarmos? Esperávamos a paz, e não veio a felicidade; contávamos com o tempo de cura, e não nos restou senão consternação. Reconhecemos, Senhor, a nossa impiedade, os pecados de nossos pais, porque todos pecamos contra ti. Mas, por teu nome, não nos faças sofrer a vergonha suprema de levarmos a desonra ao trono de tua glória; lembra-te, não quebres a tua aliança conosco. Acaso existem entre os ídolos dos povos os que podem fazer chover? Acaso podem os céus mandar-nos as águas? Não és tu o Senhor, nosso Deus, que estamos esperando? Tu realizas todas essas coisas".

Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
                        (Sl 78(79),8.9.11 e 13 (R. 9bc)

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão. 
 Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos!

—  Não lembreis as nossas culpas do passado, mas venha logo sobre nós vossa bondade, pois estamos humilhados em extremo.  

— Ajudai-nos, nosso Deus e Salvador! Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos! Por vosso nome, perdoai nossos pecados!  

—  Até vós chegue o gemido dos cativos: libertai com vosso braço poderoso os que foram condenados a morrer! Quanto a nós, vosso rebanho e vosso povo, celebraremos vosso nome para sempre, de geração em geração vos louvaremos.    

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Tg 1, 18)

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Deus nos gerou pela palavra da verdade como as primícias de suas criaturas!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Mt 13,36-43)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

℣.: Naquele tempo, Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: "Explica-nos a parábola do joio!" Jesus respondeu: "Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifadores são os anjos. Como o joio é recolhido e queimado ao fogo: assim também acontecerá no fim dos tempos: o Filho do Homem enviará os seus anjos e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; e depois os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol  no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça".
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
Todos respondem: 
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA 

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CANTO DO OFERTÓRIO


CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Aceitai, Senhor, nós vos pedimos, os dons que recebemos de vossa generosidade e agora vos apresentamos, para que estes santos mistérios, pelo poder da vossa graça nos santifiquem na vida presente e nos conduzam à felicidade eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO COMUM IV
O louvor, dom de Deus

Este prefácio deve ser usado nas Missas que não têm prefácio próprio e quando não se deve usar um prefácio do tempo.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Ainda que nossos louvores não vos sejam necessários, vós nos concedeis o dom de vos louvar. Nossos hinos de louvor não acrescentam nada à vossa infinita grandeza, mas nos ajudam alcançar a salvação, por Cristo, Senhor nosso. Por isso, associados aos coros dos Anjos, nós vos louvamos com alegria, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO
(Santo Simples II - delphim )

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando:

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO! 
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO, BENDITO, BENDITO O QUE VEM, EM NOME, EM NOME, EM NOME DO SENHOR.

 HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.:  Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
a  fim de que se tornem o Corpo  e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos:
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
 
Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos:
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
A assembleia aclama:
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Inocêncio, com o nosso Arcebispo Rafael Souza, seu auxiliar Felype Raylan, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
DOXOLOGIA

Pres.: Per ipsum, et chuhm ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria per omnia sǽcula sæculorum.
O povo aclama:
℟.: Amém.
Segue o rito da comunhão.

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:
Pres.: Praecéptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audémus dícere:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: 
Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: 
O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

FRAÇÃO DO PÃO
(Cordeiro de Deus)

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!
DAI-NOS A VOSSA PAZ!

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.


ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 
 
Todos: Meu Jesus, Eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO
(As promessas do Bom Pastor)


— VOU SAIR PELOS PRADOS, BUSCANDO
OVELHAS QUE ESTÃO SEM PASTOR;
EU AS TRAREI COM CARINHO
DE VOLTA, SEM FOME OU TEMOR!
NOS MEUS OMBROS, OVELHAS FERIDAS
SEM DOR PODERÃO DESCANSAR.
DEVOLVEREI OS SEUS CAMPOS,
DAREI NOVAMENTE A PAZ.

SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.

 MAUS PASTORES QUE PERDEM OVELHAS
DISTANTES DE MIM OS TEREI;
NOUTRAS PASTAGENS SEGURAS,
PASTORES FIÉIS CHAMAREI.
NOVO REINO FAREI DO MEU POVO,
REBANHO SEM MAIS OPRESSÃO:
TODOS SERÃO CONDUZIDOS
À VIDA POR MINHAS MÃOS!

SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.

— SOU A PORTA SEGURA DO APRISCO,
REBANHO FELIZ EU FAREI:
DE TODO O MAL E INJUSTIÇA,
OVELHAS EU DEFENDEREI.
MERCENÁRIOS QUE FOGEM PRA LONGE,
DEIXANDO O REBANHO AO LÉU,
NÃO TERÃO PARTE COMIGO,
NO REINO QUE VEM DO CÉU.

SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.

— SE UMA OVELHA DEIXAR O MEU CAMPO
E OUTRO CAMINHO SEGUIR,
DEIXO O REBANHO SEGURO
E VOU PROCURA A INFELIZ.
AO TRAZÊ-LA HAVERÁ ALEGRIA
E OS ANJOS DO CÉU VÃO CANTAR:
SERÁ A FESTA DA VOLTA,
REBANHO VAI SE ALEGRAR.

SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.

— EU CONHEÇO AS OVELHAS QUE TENHO
E TODO O REBANHO, MINHA VOZ.
SE CHAMO, ENTÃO, PELO NOME
A OVELHA OUVIRÁ BEM VELOZ.
BUSCAREI OS CORDEIROS DISTANTES
QUE EM MIM TERÃO FORÇA E AMOR.
FAREI SOMENTE UM REBANHO,
E EU MESMO SEREI PASTOR.

SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.

ANTÍFONA DE COMUNHÃO

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores!

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: 
Oremos.
E todos, com o presidente, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Recebemos, Senhor, o divino sacramento, memorial perpétuo da paixão do vosso Filho. Concedei, nós vos pedimos, que sirva para nossa salvação o que ele mesmo nos deixou em seu inefável amor. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass.: 
LEITURA DA ATA DA POSSE

Após a Oração depois da comunhão, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.

Aos Vinte e oito dias do mês de Julho do Ano de Dois mil e vinte e seis às dezenoves horas e trinta minutos, na Basilica santuário - Nossa senhora da Conceição Aparecida , Sé Arquidiocesana, na presença dos senhores arcebispos e bispos presentes, na presença ainda dos sacerdotes, religiosos e dos fiéis, tomou posse como Arcebispo Metropolitano de Aparecida  o Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Dom Rafael Souza . No início da cerimônia, após a Leitura das Letras Apostólicas de nomeação, emanadas do Vaticano, Dom Rafael Souza, tomou posse de sua Igreja Particular e presidiu à Solene Concelebração Eucarística. Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, testemunha de tal posse, bem como por Dom Vitos Gabriel Cardeal Santos, e ainda por todos os demais senhores arcebispos e bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.

Aparecida , Vinte e oito de Julho do ano de Dois Mil e Vinte e Seis

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO APOSTÓLICA

Ao fim da Celebração, o novo Bispo pode conceder a bênção apostólica, com indulgencias plenárias, com o seguinte rito:
Diác ou Sac: Caros irmãos, o nosso amado Pastor, Dom Rafael Souzapor graça da Santa Sé Apostólica, Arcebispo Metropolitano desta Santa Igreja de Aparecida, em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o Papa Inocêncio,por nosso pastor Dom Rafael Souza e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.
℟.: Amém.

Pres: 
Dóminus vobíscum.
Ass: 
Et cum spíritu tuo.

Pres:
 Sit Nomen Dómini benedictum
Ass: 
Ex hoc nunc et usque in saéculum.

Pres: 
Adjutórium nostrum in nómine Dómini.
Ass: 
Qui fecit caelum et terram.

Diác ou Sac: Inclinai-vos para receber a bênção.

E o bispo, com as mãos estendidas sobre o povo, diz:
Pres: Per intercessionem et merita beátæ semper Vírginis Maríæ, sanctórum Apostolórum Petri et Pauli et ómnium Sanctórum, misereátur vestri omnípotens et miséricors Deus, et concédat vobis tempus veræ et fructuosæ pæniténtiæ, cor semper pænítens et vitæ emendatiónem, perseverántiam in bonis opéribus, atque, dimíssis ómnibus peccátis vestris, perdúcat vos ad vitam ætérnam.

Ass: Amém.

Pres: Per intercessiónem sanctórum Apostolórum Petri et Pauli, benedícat vos omnípotens Deus, Pater ✠ et Fílius ✠ et Spíritus ✠ Sanctus.

Ass: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificáte Dóminum vita vestra; ite in pace.

℟.: Deo grátias.!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira

-se.

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