MISSA DO 6º DIA DA NOVENA DE
N. SRA DO CARMO
MARIA, PRIMEIRA DISCÍPULA E
MISSIONÁRIA DE JESUS CRISTO.
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
ANTÍFONA DE ENTRADA
(Sl 16,15)
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Contemplarei, justificado, a vossa face; e ficarei
saciado quando se manifestar vossa gloria.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama a segui-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.
O povo responde:
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Pres.: O Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama a segui-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
℟.: Amém.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
GLORIA
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;
Ó Deus, que mostrais a luz da vossa
verdade aos que erram, para retornarem ao bom
caminho, dai aos que professam a fé, rejeitar o que
não convém ao cristão e abraçar tudo o que é dig-
no deste nome. Por nosso Senhor Jesus Cristo,
vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na
unidade do Espírito Santo, por todos os séculos
dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Is 55,10-11)
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados:
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías
Isto diz o Senhor: “Assim como a chuva e a neve descem do céu e para lá não voltam mais, mas vêm irrigar e fecundar a terra, e fazê-la germinar e dar semente, para o plantio e para a alimentação, assim a palavra que sair de minha boca: não voltará para mim vazia; antes, realizará tudo que for de minha vontade e produzirá os efeitos que pretendi, ao enviá-la”
para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
Sl 64(65),10.11.12-13.14 (R. Lc 8,8)
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— A semente caiu em terra boa e deu fruto.
1. Visitais a nossa terra com as chuvas, * e transborda de fartura. Rios de Deus que vêm do céu derramam águas, * e preparais o nosso trigo.
2.É assim que preparais a nossa terra: * vós a regais e aplainais, os seus sulcos com a chuva amoleceis * e abençoais as sementeiras.
3.O ano todo coroais com vossos dons, * os vossos passos são fecundos; transborda a fartura onde passais, * brotam pastos no deserto.
4.As colinas se enfeitam de alegria, * e os campos, de rebanhos; nossos vales se revestem de trigais: * tudo canta de alegria!
SEGUNDA LEITURA
(Rm 8,18-23)
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a Segunda leitura, que todos ouvem sentados:
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos
Irmãos: Eu entendo que os sofrimentos do tempo
presente nem merecem ser comparados com a gló-
ria que deve ser revelada em nós. De fato, toda a
criação está esperando ansiosamente o momento de se revelarem os filhos de Deus. Pois a criação ficousujeita à vaidade, não por sua livre vontade, mas por sua dependência daquele que a sujeitou; também. Ela espera ser libertada da escravidão da corrupção e, assim, participar da liberdade e da glória dos filhos de Deus. Com efeito, sabemos que toda a criação, até ao tempo presente, está gemendo como que em dores de parto. E não somente ela, mas nós também, que temos os primeiros frutos do Espírito, estamos interiormente gemendo, aguardando a adoção filial e a libertação para o nosso corpo.
para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
1Pd 4,14
Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.
ALELUIA, ALELUIA!
℣.: Semente é de Deus a Palavra, o Cristo é o semeador; todo aquele que o encontra, vida eterna encontrou!
ALELUIA, ALELUIA!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
Mt 13,1-23
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
℣.: NAQUELE DIA, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens do mar da Galileia. Uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso Jesus entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé, na praia. E disse-lhes muitas coisas em parábolas:
“O semeador saiu para semear. Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. Outras sementes caíram em terreno pedregoso, onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era profunda. Mas, quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e secaram, porque não tinham raiz. Outras sementes caíram no meio dos espinhos. Os espinhos cresceram e sufocaram as plantas. Outras sementes, porém, caíram em terra boa, e produziram à base de cem, de sessenta e de trinta frutos por semente. Quem tem ouvidos, ouça!”
Os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: “Por que falas ao povo em parábolas?”
Jesus respondeu: “Porque a vós foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não é dado. Pois à pessoa que tem, será dado ainda mais, e terá em abundância; mas à pessoa que não tem, será tirado até o pouco que tem. É por isso que eu lhes falo em parábolas: porque olhando, eles não veem, e ouvindo, eles não escutam, nem compreendem. Desse modo se cumpre neles a profecia de Isaías: ‘Havereis de ouvir, sem nada entender. Havereis de olhar, sem nada ver. Porque o coração deste povo se tornou insensível. Eles ouviram com má vontade e fecharam seus olhos, para não ver com os olhos, nem ouvir com os ouvidos, nem compreender com o coração, de modo que se convertam e eu os cure.’
Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram.
Ouvi, portanto, a parábola do semeador: Todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a compreende, vem o Maligno e rouba o que foi semeado em seu coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. A semente que caiu em terreno pedregoso é aquele que ouve a palavra e logo a recebe com alegria; mas ele não tem raiz em si mesmo, é de momento: quando chega o sofrimento ou a perseguição, por causa da palavra, ele desiste logo. A semente que caiu no meio dos espinhos é aquele que ouve a palavra, mas as preocupações do mundo e a ilusão da riqueza sufocam a palavra, e ele não dá fruto. A semente que caiu em boa terra é aquele que ouve a palavra e a compreende. Esse produz fruto. Um dá cem, outro sessenta e outro trinta.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
Todos respondem:
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
6º DIA DA NOVENA DE N. SRA DO CARMO
Maria, Serva da Caridade e do Amor Fraterno
PRESIDENTE: Ao iniciarmos esta sexta noite da novena, acendemos esta vela como sinal da luz de Cristo, que ilumina o caminho dos seus discípulos e os envia em missão. Maria, Primeira Discípula e Missionária de Jesus Cristo, acolheu com fé a Palavra de Deus e dedicou toda a sua vida ao anúncio do Reino, levando Jesus ao mundo com alegria e disponibilidade. Que esta luz fortaleça em nós o desejo de seguir fielmente o Senhor e de testemunhar o Evangelho com coragem, amor e esperança. Cantemos.
HISTÓRIA QUE EDIFICA O CORAÇÃO
L: Conta-se que um agricultor saiu para semear. Um menino, observando o trabalho, perguntou: "Por que o senhor lança tantas sementes, se nem todas vão nascer?" O agricultor sorriu e respondeu: "Porque basta que algumas encontrem terra boa para produzir uma grande colheita."
Assim também aconteceu com Maria. Ela acolheu a Palavra de Deus como terra fértil, permitindo que a semente do Reino crescesse em seu coração e desse muitos frutos. Como primeira discípula, ouviu, guardou e viveu a Palavra. Como primeira missionária, levou Jesus aos outros e espalhou, com sua vida, a esperança e o amor de Deus.Também nós somos chamados a semear o Evangelho. Talvez nem sempre vejamos imediatamente os frutos, mas cada gesto de amor, cada palavra de fé e cada testemunho de vida é uma semente lançada no coração de alguém. No tempo de Deus, essa semente germinará e produzirá uma abundante colheita.
LADAINHA DE NOSSA SENHORA
Pres.: Irmãos e irmãs, confiantes na intercessão da Virgem Maria, Senhora do Carmo, Mãe da Igreja , elevemos nossas Orações ao Senhor, certos de que ela caminha conosco e apresenta a Deus as súplicas de seus filhos. Cantemos
L: Maria e Mãe dos caminhantes.
Maria, clamamos a vós!
Revesti-nos da coragem profética.
Maria, clamamos a vós!
Revesti-nos de amor e de esperança.
Maria, clamamos a vós!
Lá no céu, rogai a Deus por nós!
2. Ó Senhora dos pobres e peregrinos.
Maria, clamamos a vós!
Dai-lhes a força da esperança.
Maria, clamamos a vós!
Afastai-nos de toda opressão.
Maria, clamamos a vós!
Lá no céu, rogai a Deus por nós!
3. Ó Santa Mãe do Carmelo.
Maria, clamamos a vós!
Guardai e protegei nossas Famílias.
Maria, clamamos a vós!
Firmai-nos na concórdia e na paz.
Maria, clamamos a vós!
Lá no céu, rogai a Deus por nós!
Pres.: Ó Maria, Senhora do Carmo, acolhei com amor as preces que hoje vos apresentamos. Fortalecei nossa esperança, sustentai-nos no caminho da fé e conduzi-nos sempre ao encontro de vosso Filho, Jesus Cristo, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
CREDO
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
O povo se levanta e responde:
O povo se levanta e responde:
