Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
Diante dos reis falo da vossa aliança, sem temer a vergonha.
Encontro alegria em vossos preceitos, porque muito os amo.
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
Em seguida, é lida por um diácono ou sacerdote designado a Provisão Canônica.
Prot. N° 009/2026
Aos diletos filhos espalhados por todo o nosso território, de modo particular, o Pe. Daniel dos Anjos, saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Pela presente PROVISÃO, nomeamos Pároco da Paróquia São Carlo Acutis, em Aparecida, no Vicariato Bento XVI, o Revmo. Sr. Padre Daniel dos Anjos. No exercício do seu ofício deverá ter sempre as normas da Santa Igreja (cc. 515 a 552) e cumprir com especial empenho as funções pastorais e administrativas que estão especificadas nos cc. 528 a 535.
Tomará posse de seu ofício quando, diante da comunidade paroquial, esta Provisão for publicada, passando a dirigir a Paróquia sob nossa autoridade e nela ser o Pastor exercendo o múnus de ensinar, santificar e governar a Comunidade que lhe é confiada, como participante do ministério de Cristo.
Esta Provisão será transcrita no Livro de Tombo da Paróquia e arquivada na Cúria Metropolitana.
O presente decreto entrará em vigor na data de sua publicação. Até não mandarmos o contrário se mantém e revoga todas as disposições.
Dado e passado na Cúria Metropolitana de Aparecida.
09 de agosto do ano da graça do Senhor de 2026.
19º domingo do Tempo comum.
09 de agosto do ano da graça do Senhor de 2026.
19º domingo do Tempo comum.
Arcebispo Metropolitano
Bispo-Auxiliar
Pe. Eduardo Melo
Chanceler da Cúria Metropolitana
Chanceler da Cúria Metropolitana
O diácono ou o sacerdote responsável pelo Livro dos Evangelhos permanece à direita do Pároco, para que este possa tocar o Livro durante o juramento de fidelidade.
Eu, Pe. Daniel dos Anjos, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber:
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal.
Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes.
Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência às doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pelo Colégio dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.
Eu, Pe. Daniel dos Anjos, ao assumir como Pároco, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com obediência cristã seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.
Terminada a profissão de fé e fidelidade, o celebrante de pé prossegue com o ato penitencial.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio, o sacerdote, o diácono ou outro ministro profere as seguintes invocações, ou outras semelhantes, com Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
O povo responde:
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
O povo responde:
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende piedade de nós.
O povo responde:
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℟.: Amém.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Ó Deus, quisestes que São João Batista fosse o Precursor do vosso Filho no nascimento e na morte; como ele tombou mártir da justiça e da verdade,fazei-nos também lutar corajosamente para testemunhar a vossa palavra. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA (Jr 1, 17-19)
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados: Leitor: Leitura do Livro do Profeta Jeremias
Naqueles dias, a Palavra do Senhor foi-me dirigida: “Vamos, põe a roupa e o cinto, levanta-te e comunica-lhes tudo que eu te mandar dizer: não tenhas medo, senão, eu te farei tremer na presença deles. Com efeito, eu te transformarei hoje numa cidade fortificada, numa coluna de ferro, num muro de bronze contra todo o mundo, frente aos reis de Judá e seus príncipes, aos sacerdotes e ao povo da terra; eles farão guerra contra ti, mas não prevalecerão, porque eu estou contigo para defender-te”, diz o Senhor.
Naqueles dias, a Palavra do Senhor foi-me dirigida: “Vamos, põe a roupa e o cinto, levanta-te e comunica-lhes tudo que eu te mandar dizer: não tenhas medo, senão, eu te farei tremer na presença deles. Com efeito, eu te transformarei hoje numa cidade fortificada, numa coluna de ferro, num muro de bronze contra todo o mundo, frente aos reis de Judá e seus príncipes, aos sacerdotes e ao povo da terra; eles farão guerra contra ti, mas não prevalecerão, porque eu estou contigo para defender-te”, diz o Senhor.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL (Sl 70)
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão. ℟.: Minha boca anunciará vossa justiça.
℟.: Graças a Deus.
— Eu procuro meu refúgio em vós, Senhor: que eu não seja envergonhado para sempre! Porque sois justo, defendei-me e libertai-me! Escutai a minha voz, vinde salvar-me! ℟.
— Sede uma rocha protetora para mim, um abrigo bem seguro que me salve! Porque sois a minha força e meu amparo, o meu refúgio, proteção e segurança! Libertai-me, ó meu Deus, das mãos do ímpio. ℟.
— Porque sois, ó Senhor Deus, minha esperança, em vós confio desde a minha juventude! Sois meu apoio desde antes que eu nascesse, desde o seio maternal, o meu amparo. ℟.
— Minha boca anunciará todos os dias vossa justiça e vossas graças incontáveis. Vós me ensinastes desde a minha juventude, e até hoje canto as vossas maravilhas. ℟.
Felizes os que são perseguidos,por causa da justiça do Senhor, porque o Reino dos Céus há de ser deles!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO (Mc 6, 17-29)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
Diac ou sac.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Diac ou sac.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o sacerdote proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado. João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava. Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu to darei”. E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. Ela saiu e perguntou à mãe: “O que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o sacerdote proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado. João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava. Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu to darei”. E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. Ela saiu e perguntou à mãe: “O que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Todos respondem:
℟.: Glória a vós, Senhor.
℟.: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
Pres.: Irmão caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito que prometeste na ordenação. Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem Episcopal, apascentando o rebanho do Senhor, sob a direção do Espírito Santo?
Pároco: Quero!
Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo para louvor e glória de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?
Pároco: Quero!
Pres.: Queres unir-te cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com Ele consagrado a Deus para a salvação dos homens?
Pároco: Quero!
Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da Palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?
Pároco: Quero com a Graça de Deus!
Os responsáveis, todos juntos, entram até o meio da igreja. A partir daí entra um por vez. Sendo que o próximo continua a caminhada somente quando o símbolo e/ou objeto litúrgico anterior já tenha sido entregue.
Entrada e entrega das chaves da igreja:
Pres.: Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiada. Desempenha com verdadeira caridade e contínua alegria a missão de Pároco, procurando em tudo agradar a Cristo, o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro.
Entrada e entrega do óleo dos catecúmenos:
Pres.: Recebe o óleo que será utilizado no Batismo dos novos filhos de Deus. Cuida para que a vida divina recebida neste sacramento cresça e se desenvolva sempre mais no coração dos fiéis.
Entrada e entrega da chave do sacrário:
Pres.: Lembra-te de que a Eucaristia é ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta Paróquia.
O celebrante e o novo pároco se dirigem ao sacrário, onde o novo pároco incensa e adora o Santíssimo Sacramento. Em seguida, retornam ao presbitério.
Entrada e entrega da estola roxa:
Pres.: Recebe a estola roxa, veste usual para a administração do Sacramento da Penitência. Sê zeloso nesse ministério e distribui aos pecadores as riquezas da misericórdia infinita do Senhor.
Pároco: O amor de Cristo nos uniu.
O celebrante saúda o novo Pároco. Ambos permanecem de pé. Em seguida, a celebração prossegue normalmente.
Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O diácono abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
Une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
Une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Diác.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o diácono saúda o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio; e reverentemente comunga o Corpo de Cristo,
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio; e reverentemente comunga o Corpo de Cristo,
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a separar-me de vós! Amém!
COMUNHÃO
ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Jo 3, 27. 30)
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: João respondeu: É necessário que ele cresça e eu diminua.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.
℣.: João respondeu: É necessário que ele cresça e eu diminua.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão:
Ó Deus, ao celebrarmos o nascimento de João Batista para a glória, concedei que veneremos no sacramento recebido a realidade que ele simboliza, e nos alegremos cada vez mais por seus frutos em nossa vida. Por Cristo, nosso Senhor.
Ó Deus, ao celebrarmos o nascimento de João Batista para a glória, concedei que veneremos no sacramento recebido a realidade que ele simboliza, e nos alegremos cada vez mais por seus frutos em nossa vida. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
Por ocasião do mês vocacional
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Bom Pastor de nossas almas, que desde o princípio dos tempos chamais homens e mulheres pelo nome para a comunhão convosco. Nós Vos louvamos porque continuais a caminhar ao nosso lado, fazendo arder o nosso coração quando nos falais pelo caminho. Em meio aos muitos ruídos, pressas e individualismos do nosso tempo, concedei-nos a graça do silêncio para escutar a vossa voz suave e firme que nos diz: “Segue-me”. Ensina-nos a escutar antes de responder, a servir antes de buscar honras e a amar antes de exigir recompensas. Despertai em nossa Igreja, presente na terra e no mundo virtual, uma nova primavera de vocações. Enviai operários para a vossa messe: sacerdotes zelosos, vidas consagradas à vossa missão, famílias edificadas no matrimônio cristão e leigos dedicados ao serviço do Reino. Dai, de modo especial, coragem aos nossos jovens para que não tenham medo de Vossa voz, na certeza de que não lhes tirais nada, mas concedeis a plenitude da alegria e da liberdade. Que sob a intercessão da Virgem Maria e de São João Maria Vianney, possamos acolher o nosso chamado irrepetível.
O povo conclui:
℟.: Senhor, fazei-nos conhecer o vosso chamado! Que o nosso coração arda de amor e esperança, para que a nossa vida seja uma resposta alegre, livre e generosa à vossa vontade. Amém.
LEITURA DA ATA DE POSSE
ARCHIDIOECESIS
APPARITIOPOLITANA
________________
DOM RAFAEL SOUZA
POR MERCÊ DE DEUS E DA SÉ APOSTÓLICA
TITULI DI THEUDALIS
ARCEBISPO METROPOLITANO DE APARECIDA
Prot. N° 018/2026
Aos diletos filhos espalhados por todo o nosso território, de modo particular o Revmo. Padre Daniel dos Anjos, saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ao vigésimo nono dia do mês de agosto do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, sendo Sumo Pontífice Sua Santidade o Papa Inocêncio II, nosso Arcebispo Metropolitano, Dom Rafael Souza, na Paróquia São Carlo Acutis às 15:00h, em Solene celebração; Tomou posse, como Pároco da Paróquia São Carlo Acutis, o Revmo. Pe. Daniel dos Anjos. A Eucaristia foi Concelebrada pelos Revmos. Padres, abaixo-assinados. Estiveram presentes um grande número de fiéis.
No início da celebração foi feita a leitura da nomeação e provisão de Pároco da mesma, O Revmo. Padre Daniel dos Anjos, fez a profissão de fé e prestou o juramento de fidelidade à Igreja diante do Celebrante. O ato litúrgico foi celebrado conforme as prescrições Canônicas. Fizeram-se presentes nessa celebração litúrgica, outros sacerdotes e fiéis.
A celebração prosseguiu normalmente com muita Piedade e devoção. Para perpetuar a memória, foi lavrada a presente ata, transcrita no livro do tombo paroquial e extraídas duas cópias, das quais uma será enviada a Cúria, uma ficará no arquivo paroquial e outra com o Padre empossado.
✠ Rafael Souza
Arcebispo Metropolitano
✠ Felype Raylan
Bispo-Auxiliar
Pe. Daniel dos Anjos
Pároco Empossado
Pe. Alyson Guilherme
Padre Celebrante
Pe.
Testemunha
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Iluminai, ó Deus de bondade, a vossa família, para que, abraçando a vossa vontade, possa viver fazendo o bem. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
℟.: Amém.
Depois, o sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!
Então, o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
℟.: Amém.
O povo conclui:
℟.: Senhor, fazei-nos conhecer o vosso chamado! Que o nosso coração arda de amor e esperança, para que a nossa vida seja uma resposta alegre, livre e generosa à vossa vontade. Amém.
Prot. N° 018/2026
Aos diletos filhos espalhados por todo o nosso território, de modo particular o Revmo. Padre Daniel dos Anjos, saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ao vigésimo nono dia do mês de agosto do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, sendo Sumo Pontífice Sua Santidade o Papa Inocêncio II, nosso Arcebispo Metropolitano, Dom Rafael Souza, na Paróquia São Carlo Acutis às 15:00h, em Solene celebração; Tomou posse, como Pároco da Paróquia São Carlo Acutis, o Revmo. Pe. Daniel dos Anjos. A Eucaristia foi Concelebrada pelos Revmos. Padres, abaixo-assinados. Estiveram presentes um grande número de fiéis.
No início da celebração foi feita a leitura da nomeação e provisão de Pároco da mesma, O Revmo. Padre Daniel dos Anjos, fez a profissão de fé e prestou o juramento de fidelidade à Igreja diante do Celebrante. O ato litúrgico foi celebrado conforme as prescrições Canônicas. Fizeram-se presentes nessa celebração litúrgica, outros sacerdotes e fiéis.
A celebração prosseguiu normalmente com muita Piedade e devoção. Para perpetuar a memória, foi lavrada a presente ata, transcrita no livro do tombo paroquial e extraídas duas cópias, das quais uma será enviada a Cúria, uma ficará no arquivo paroquial e outra com o Padre empossado.
Dado e passado na Cúria de Aparecida.
29 de Agosto do ano da graça do Senhor de 2026.
Sábado. Martírio de São João Batista, Memória
29 de Agosto do ano da graça do Senhor de 2026.
Sábado. Martírio de São João Batista, Memória
Arcebispo Metropolitano
Bispo-Auxiliar
Pároco Empossado
Padre Celebrante
Testemunha
E eu, o subscrevi
Pe. Adailton Gomes
Chanceler da Cúria Metropolitana
Pe. Adailton Gomes
Chanceler da Cúria Metropolitana
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Iluminai, ó Deus de bondade, a vossa família, para que, abraçando a vossa vontade, possa viver fazendo o bem. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
℟.: Amém.
Depois, o sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!
Então, o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.






