Livreto Celebrativo | Posse do Pe. Eduardo Melo

 



MISSA DE POSSE DO REV. PE.  EDUARDO MELO COMO REITOR DO SANTUÁRIO SÃO CARLO ACUTIS 
PRESIDIDA POR VOSSA REVERENDÍSSIMA MONS. ANTHONNY RAFAEL 
Santuário São Carlo Acutis
17.10.2026
Ritos Iniciais

Canto de Entrada

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.


Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.


Antífona de Entrada
(Cf. Gl 2, 19-20)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:

℣.: Com Cristo estou pregado na cruz; eu vivo, mas já não sou eu: é Cristo que vive em mim; vivo na fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim. 

Saudação

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.


Leitura da Provisão

O celebrante convida a todos para se sentarem, para que seja lida por um diácono ou sacerdote designado a provisão canônica.

A R C H I D I O E C E S I S

A P P A R I T I O P O L I T A N A

_________________
DOM RAFAEL SOUZA
POR MERCÊ DE DEUS E DA SÉ APOSTÓLICA 
TITULI DI THEUDALIS
ARCEBISPO METROPOLITANO DE APARECIDA



Prot. N° 027/2026

    Aos diletos filhos espalhados por todo o nosso território, de modo particular, o Pe. Eduardo Melo, saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

    Pela presente PROVISÃO, nomeamos Reitor do Santuário São Carlo Acutis, em Aparecida, no Vicariato Papa Pio XII, o Pe. Eduardo Melo.

No exercício do seu ofício deverá ter sempre as normas da Santa Igreja (cc. 515 a 552) e cumprir com especial empenho as funções pastorais e administrativas que estão especificadas nos cc. 528 a 535.

    Tomará posse de seu ofício quando, diante da comunidade paroquial, esta Provisão for publicada, passando a dirigir o Santuário sob nossa autoridade e nela ser o Pastor exercendo o múnus de ensinar, santificar e governar a Comunidade que lhe é confiada, como participante do ministério de Cristo.

    Esta Provisão será transcrita no Livro de Tombo do Santuário e arquivada na Cúria Metropolitana.

    O presente decreto entrará em vigor na data de sua publicação. Até não mandarmos o contrário se mantém e revoga todas as disposições


Dado e passado na Cúria Metropolitana de Aparecida.
15 de Outubro do ano da graça do Senhor de 2026.
Quinta-Feira da 28º semana do Tempo Comum.


Arcebispo Metropolitano de Aparecida
  

Bispo-auxiliar eleito de Aparecida



E eu, o subscrevi
Pe. Adailton Gomes

Chanceler da Cúria Metropolitana


Profissão de Fé e Juramento de Fidelidade

O novo Reitor, diante do celebrante, faz a sua profissão de fé e juramento de fidelidade.

O diácono ou o sacerdote responsável pelo Livro dos Evangelhos permanece à direita do Pároco, para que este possa tocar o Livro durante o juramento de fidelidade.

Eu, Pe. N creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber:

Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim.

Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.


Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pelo Colégio dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.


Eu, Pe. N, ao assumir como Reitor, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com obediência cristã seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.


Terminada a profissão de fé e fidelidade, o celebrante de pé prossegue com o ato penitencial.


Ato Penitencial

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:

Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o sacerdote, o diácono ou outro ministro profere as seguintes invocações, ou outras semelhantes, com Senhor, tende piedade de nós.


O sacerdote:

Pres.: Senhor, que viestes ao mundo para nos salvar, tende piedade de nós.

O povo responde:

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


O sacerdote:

Pres.: Cristo, que continuamente nos visitais com a graça do vosso Espírito, tende piedade de nós.

O povo responde:

℟.: Cristo, tende piedade de nós.


O sacerdote:

Pres.: Senhor, que vireis um dia para julgar as nossas obras, tende piedade de nós.

O povo responde:

℟.: Senhor, tende piedade de nós.



Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

℟.: Amém.

Oração Coleta

Pres.: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:

Ó Deus eterno e todo-poderoso, ornais o sagrado corpo da vossa Igreja com o testemunho dos santos mártires; fazei que o glorioso martírio de Santo Inácio de Antioquia, que hoje celebramos, assim como mereceu para ele o esplendor eterno, alcance para nós vossa constante proteção. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

℟.: Amém.

Liturgia da Palavra

Primeira Leitura
(Ef 1,15-23)

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados:

Leitor: 

Leitura da carta de São Paulo aos Efésios

 Irmãos, desde que soube da vossa fé no Senhor Jesus e do vosso amor para com todos os santos, não cesso de dar graças a vosso respeito quando me lembro de vós em minhas orações. Que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai a quem pertence a glória, vos dê um espírito de sabedoria que vo-lo revele e faça verdadeiramente conhecer. Que ele abra o vosso coração à sua luz, para que saibais qual a esperança que o seu chamamento vos dá, qual a riqueza da glória que está na vossa herança com os santos e que imenso poder ele exerceu em favor de nós que cremos, de acordo com a sua ação e força onipotente. Ele manifestou sua força em Cristo quando o ressuscitou dos mortos e o fez sentar-se à sua direita nos céus, bem acima de toda autoridade, poder, potência, soberania ou qualquer título que se possa nomear não somente neste mundo, mas ainda no mundo futuro. Sim, ele pôs tudo sob os seus pés e fez dele, que está acima de tudo, a cabeça da Igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que possui a plenitude universal.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Palavra do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Graças a Deus.


Salmo Responsorial
Sl 118(119)

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão. 

℟.: Vós destes o domínio ao vosso Filho sobre tudo o que criastes.


Leitor: Ó Senhor nosso Deus, como é grande vosso nome por todo o universo! Desdobrastes nos céus vossa glória com grandeza, esplendor, majestade. O perfeito louvor vos é dado pelos lábios dos mais pequeninos. ℟.:

Contemplando estes céus que plasmastes e formastes com dedos de artista; vendo a lua e estrelas brilhantes, perguntamos: “Senhor, que é o homem, para dele assim vos lembrardes e o tratardes com tanto carinho?” ℟.:

Pouco abaixo de Deus o fizestes, coroando-o de glória e esplendor; vós lhe destes poder sobre tudo, vossas obras aos pés lhe pusestes. ℟.:



Aclamação ao Evangelho
(Lc 11,28)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

FELIZ QUEM OUVE E OBSERVA A PALAVRA DE DEUS!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.


Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Diác.: Amém.


Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:

Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.


Evangelho
(Lc 12, 8-12)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:

℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho:

℣.: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Todo aquele que der testemunho de mim diante dos homens, o Filho do Homem também dará testemunho dele diante dos anjos de Deus. Mas aquele que me renegar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus. Todo aquele que disser alguma coisa contra o Filho do Homem será perdoado. Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado. Quando vos conduzirem diante das sinagogas, magistrados e autoridades, não fiqueis preocupados em como ou com que vos defendereis ou com o que direis. Pois nessa hora o Espírito Santo vos ensinará o que deveis dizer”.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:

℣.: Palavra da Salvação.

Todos respondem:

℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.


HOMILIA


Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.


Renovação das Promessas Sacerdotais

Terminada a homilia, o celebrante se senta, e interroga o novo Reitor. O novo Reitor se coloca diante do celebrante.

Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito que prometeste na ordenação. Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem Episcopal, apascentando o rebanho do Senhor, sob a direção do Espírito Santo?

Pároco: Quero!

Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo para louvor e glória de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?

Pároco: Quero!

Pres.: Queres unir-te cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com Ele consagrado a Deus para a salvação dos homens?

Pároco: Quero!

Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da Palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?

Pároco: Quero com a Graça de Deus!


Entrega de Símbolos e/ou Objetos Litúrgicos Representando o Ministério Assumido

Pelo corredor central entram os símbolos e/ou objetos litúrgicos que representam o ministério assumido.


Os responsáveis, todos juntos, entram até o meio da igreja. A partir daí entra um por vez. Sendo que o próximo continua a caminhada somente quando o símbolo e/ou objeto litúrgico anterior já tenha sido entregue.


Entrada e entrega das chaves da igreja:

Pres.: Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiada. Desempenha com verdadeira caridade e contínua alegria a missão de Pároco, procurando em tudo agradar a Cristo, o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro.


Entrada e entrega do óleo dos catecúmenos:

Pres.: Recebe o óleo que será utilizado no Batismo dos novos filhos de Deus. Cuida para que a vida divina recebida neste sacramento cresça e se desenvolva sempre mais no coração dos fiéis.


Entrada e entrega da chave do sacrário:

Pres.: Lembra-te de que a Eucaristia é ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta Paróquia.

O celebrante e o novo pároco se dirigem ao sacrário, onde o novo pároco incensa e adora o Santíssimo Sacramento. Em seguida, retornam ao presbitério.


Entrada e entrega da estola roxa:

Pres.: Recebe a estola roxa, veste usual para a administração do Sacramento da Penitência. Sê zeloso nesse ministério e distribui aos pecadores as riquezas da misericórdia infinita do Senhor.


Declaração Solene de Empossado como Reitor e Saudação ao Bispo

Pres.: Eu, Mons. Anthonny Rafael, Bispo-auxiliar para a Arquidiocese de Aparecida, declaro solenemente empossado como reitor do Santuário São Carlos Acutis, o Reverendo Senhor Padre Eduardo Melo 

Acolhida do pároco

Pres.: A paz esteja contigo.

Pároco: O amor de Cristo nos uniu.

O celebrante saúda o novo pároco. A partir daqui, caso aquele que dá a posse não seja um bispo, o empossado passa a ser o celebrante principal da Santa Missa.


Liturgia Eucarística


Preparação das Oferendas


Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.


Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.


O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!


O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.


Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!


Em seguida, o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.


Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.


Convite à Oração


Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.


Oração Sobre as Oferendas


Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Senhor, recebei com agrado o sacrifício de nossa devoção, assim como acolhestes Santo Inácio de Antioquia, trigo de Cristo, que, triturado pelos tormentos do martírio, se tornou pão sem mistura. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.


PrefáCIO DOS SANTOS MÁRTIRES I


Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.


Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. O sangue que o(a) Santo(a) Mártir N. derramou, à imitação de Cristo, para a glória do vosso nome, manifesta as vossas maravilhas; assim, transformais a fragilidade humana em força e aos fracos dais coragem para o testemunho, por Cristo, Senhor nosso. Por isso, com as Virtudes celestes, vos celebramos na terra louvando vossa majestade, cantando (dizendo) a uma só voz:


Santo


℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


Oração Eucarística III


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:

Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,

une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo + e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo

Une as mãos

que nos mandou celebrar estes mistérios.

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!


Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.


Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.


Pres.: Mistério da fé para salvação do mundo.

℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!


Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

℟.: O Espírito nos una num só corpo!


1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!


2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Inocêncio e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

Une as mãos

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça. 


Doxologia


Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

O povo aclama:

℟.: Amém.


Oração do Senhor


Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:

Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.


O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos.

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!


O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissetes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

℟.: Amém.


O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

℟.: O amor de Cristo nos uniu.


Saudação da Paz


Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:

℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.


E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.


Fração do Pão


Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.


Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.


O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio; e reverentemente comunga o Corpo de Cristo,

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

℟.: Amém.

E comunga.


Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.


Oração de Comunhão Espiritual


Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!


Comunhão


Antífona de Comunhão


Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:

℣.: Eu sou trigo de Cristo, serei moído pelos dentes das feras, para tornar-me um pão sem mistura.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.


Oração Depois da Comunhão

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:

Senhor, sejamos revigorados pelo pão celeste que recebemos na celebração do martírio de Santo Inácio de Antioquia, para que não tenhamos apenas o nome de cristãos, mas o sejamos de fato pelas nossas obras. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.


Leitura da Ata de Posse


 

 

A R C H I D I O E C E S I S
A P P A R I T I O P O L I T A N A 

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DOM RAFAEL SOUZA

POR MERCÊ DE DEUS E DA SÉ APOSTÓLICA

TITULI DI THEUDALIS

ARCEBISPO METROPOLITANO DE APARECIDA



Prot. N° 025/2026

Aos diletos filhos espalhados por todo o nosso território, de modo particular o Revmo. Padre Eduardo Melo, saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
 
    Décimo quinto dia do mês de Outubro do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, sendo Sumo Pontífice Sua Santidade o Papa Inocêncio II, nosso Arcebispo Metropolitano, Dom Rafael Souza, na Paróquia Paróquia Nosso Senhor dos Passos às 20:00h, em Solene celebração; Tomou posse, como Reitor do Santuário São Carlo Acutis, o Revmo. Pe. Eduardo Melo A Eucaristia foi Concelebrada pelos Revmos. Padres, abaixo-assinados. Estiveram presentes um grande número de fiéis.
    No início da celebração foi feita a leitura da nomeação e provisão de Pároco da mesma, O Revmo. Padre Eduardo Melo, fez a profissão de fé e prestou o juramento de fidelidade à Igreja diante do Bispo-auxiliar Eleito. O ato litúrgico foi celebrado conforme as prescrições Canônicas. Fizeram-se presentes nessa celebração litúrgica, outros sacerdotes e fiéis.
    A celebração prosseguiu normalmente com muita Piedade e devoção. Para perpetuar a memória, foi lavrada a presente ata, transcrita no livro do tombo paroquial e extraídas duas cópias, das quais uma será enviada a Cúria, uma ficará no arquivo paroquial e outra com o Padre empossado.

Dado e passado na Cúria de Aparecida.
15 de Outubro do ano da graça do Senhor de 2026.
Quinta-Feira da 28.a Semana do Tempo Comum.


Bispo Arquidiocesano de Aparecida


Bispo-auxiliar eleito de Aparecida



Pe. Eduardo Melo
Pároco Empossado

Mons. Anthonny Rafael
Testemunha I


E eu, o subscrevi
Pe. Adailton Gomes

Chanceler da Cúria Metropolitana


Ritos Finais


Bênção Final


Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.


Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.


O sacerdote abençoa o povo, dizendo:

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amém.


Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

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